Trabalho acadêmico
Uma pequena analise que fiz é que esse texto se trata de discutir os conceitos de poder, subjetivação e normalidade e também seus conceitos de cultura.
Essa discussão é feita no sentido de expor a fundamentação de um esclarecimento sobre a subjetividade feminina na mídia televisiva, tanto para os homens como para as mulheres já que as mulheres estariam historicamente numa posição em que o sujeito é sempre o outro.
A diferença no dispositivo pedagógico da mídia especialmente da televisão, produz formas particulares de subjetivação da mulher.
O autor que dizer que
Procurei mostrar, neste artigo, a produtividade de articular alguns conceitos teóricos (normalidade/anormalidade, sujeito, poder e discurso, em Foucault; diferença em Homi Bhabha; e enunciação do feminino, em Maria Rita Kehl) em investigações recentes sobre mídia e educação, especialmente aquela em que procuramos descrever enunciados sobre a mulher na mídia televisiva. A hipótese que orienta estes estudos é que o dispositivo pedagógico da mídia, especialmente da televisão, produz formas particulares de subjetivação da mulher, colocando em jogos enunciados de vários campos de saber e poder, através de estratégias de linguagem que expõem o “feminino” em suas diferenças – de gênero, geração, etnia, condição econômica, social e cultural. (FISCHER, 2001, p.597).
Acredito que este artigo se trata da presença da mulher na mídia que sua imagem é muito explorada indevidamente mais acho que em minha opinião a mulher contribui para esse tipo de exploração. A mídia da à imagem feminina para vender seus produtos, usando o corpo sexual da mulher, ela não usa a intelectualidade da figura feminina, nos como mulheres precisamos mudar isso e fazer valer nossos direitos e obrigar que nossa imagem não seja só para esses fins lucrativos mais para a cultura de nosso pais e também para outras finalidades que ajudem a imagem feminina ser vista de outra forma.
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